Ibid., p. 14
The Education of the Stoic
Fernando Pessoa: Trending quotes (page 4)
Fernando Pessoa trending quotes. Read the latest quotes in collection
Ibid.
The Book of Disquiet
Original: Pensar é destruir. O próprio processo do pensamento o indica para o mesmo pensamento, porque pensar é decompor.
“Art lies because it's social.”
Ibid., p. 232
The Book of Disquiet
Original: A arte mente porque é social
“My homeland is the portuguese language.”
Ibid., p. 230
Translation variants:
My fatherland is the Portuguese language.
My nation is the Portuguese language.
My country is the Portuguese language.
My home is the Portuguese language.
The Book of Disquiet
Original: Minha Pátria é a língua portuguesa.
<p>Original: Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!</p><p>Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz-
Ter por vida a sepultura.</p>
Poem "O Quinto Império" http://www.inverso.pt/Mensagem/Encoberto/QuintoImperio.htm, lines 1–10
Message
Ibid., p. 271
a possible play on Tertullian's: "credo quia absurdum" (I believe because it's absurd), "credo quia impossibilis est" (I believe because it's impossible).
Richard Zenith translates boémio as bohemian, not bon vivant.
The Book of Disquiet
Original: Nunca fui mais que um boémio isolado, o que é um absurdo; ou um boémio místico, o que é uma coisa impossível.
Ibid., p. 18.
The Education of the Stoic
“Everything was asleep as if the universe was a mistake.”
Ibid., p. 60
The Book of Disquiet
Original: Dormia tudo como se o universo fosse um erro.
Ibid., p. 164
The Book of Disquiet
Original: Nunca me pesou o que de trágico se passasse na China. É decoração longínqua, ainda que a sangue e peste.
“Freedom is the possibility of isolation… If you can't live alone, you were born a slave.”
A liberdade é a possibilidade do isolamento... Se te é impossível viver só, nasceste escravo.
The Book of Disquietude, trans. Richard Zenith, text 283
Ibid.
The Book of Disquiet
Original: Trazem-me a fé como um embrulho fechado numa salva alheia. Querem que o aceite para que não o abra.
“I believe that saying a thing is to keep its virtues and take away its terror.”
Ibid., p. 55
The Book of Disquiet
Original: Creio que dizer uma coisa é conservar-lhe a virtude e tirar-lhe o terror.
“Thing thrown to a corner, rag fallen on the road, my ignoble being feigns itself in front of life.”
Ibid., p. 64
The Book of Disquiet
Original: Coisa arrojada a um canto, trapo caído na estrada, meu ser ignóbil ante a vida finge-se.
“My curiosity sister of larks.”
Ibid., p. 219
The Book of Disquiet
Original: A minha curiosidade irmã das cotovias
<p>A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
Existir como eu existo.</p><p>A terra é feita de céu.
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.</p>
"A morte é a curva da estrada" (23 May 1932), in A Little Larger Than the Entire Universe, trans. Richard Zenith (Penguin, 2006)
Ibid., p. 98
The Book of Disquiet
Original: Há sensações que são sonos, que ocupam como uma névoa toda a extensão do espírito, que não deixam pensar, que não deixam agir, que não deixam claramente ser.
“Metaphysics is a consequence of not feeling very well.”
A metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Tabacaria (1928), trans. Richard Zenith
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
"Autopsicografia" ["Autopsychography"], in Presença, No. 36 (November 1932)
Fernando Pessoa's most translated poem.
Richard Zenith's translation:
The poet is a faker
Who's so good at his act
He even fakes the pain
Of pain he feels in fact.
Os Grandes Trechos, s/n. Translated from the Portuguese Richard Zenith Edition, Lisbon, 2006
The Book of Disquiet
Original: E então vem-me o desejo transbordante, absurdo, de uma espécie de satanismo que precedeu Satã, de que um dia [...] se encontre uma fuga para fora de Deus e o mais profundo de nós deixe, não sei como, de fazer parte do ser ou do não ser.