Ibid., p. 123
The Book of Disquiet
Original: Todos os problemas são insolúveis. A essência de haver um problema é não haver solução. Procurar um facto significa não haver um facto. Pensar é não saber existir.
Fernando Pessoa: Trending quotes (page 14)
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Last sentence (29 November 1935), quoted in A Little Larger Than the Entire Universe by Richard Zenith (Penguin Classics, 2006)
“We are two abysses — a well staring at the sky.”
Ibid., p. 48
The Book of Disquiet
Original: Somos dois abismos — um poço fitando o céu.
Ibid., p. 125
Original: Nunca amamos niguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso — em suma, é a nós mesmos — que amamos.
Source: The Book of Disquiet
Source: The Book of Disquiet
“My past is everything I failed to be.”
O meu passado é tudo quanto não consegui ser.
Source: The Book of Disquietude, trans. Richard Zenith, text 100
“If you cannot live alone, you were born a slave.”
Ibid.
The Book of Disquiet
Original: Se te é impossível viver só, nasceste escravo.
Ibid., number 168
The Book of Disquiet
“Direct experience is the evasion, or hiding place of those devoid of imagination.”
Ibid., p. 163
The Book of Disquiet
Original: A experiência directa é o subterfúgio, ou o esconderijo, daqueles que são desprovidos de imaginação.
“I take with me the conscience of defeat as a victory banner.”
Ibid., p. 79
Original: Levo comigo a consciência da derrota como um pendão de vitória.
Source: The Book of Disquiet
Ibid., p. 249
Original: Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugná-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é o desumano, porque o humano é imperfeito.
Source: The Book of Disquiet
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas—a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.
Alberto Caeiro (heteronym), "Se, depois de eu morrer" (8 November 1915), trans. Jonathan Griffin.
Source: Poems of Fernando Pessoa
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis (heteronym), Ode (14 February 1933), in A Little Larger Than the Entire Universe, trans. Richard Zenith (Penguin, 2006)
Source: Poems of Fernando Pessoa