Luís de Camões (1524–1580) Portuguese poet
Quem vê, Senhora, claro e manifesto
o lindo ser de vossos olhos belos,
se não perder a vista só em vê-los,
já não paga o que deve a vosso gesto.
Lyric poetry, Não pode tirar-me as esperanças, Quem vê, Senhora, claro e manifesto